Gente, sabia que tem rolado Formação de Gênero pelo Brasil?! Já pensou em se #Engajar?! Vem com a gente, que vamos te contar um pouquinho como tem sido!
Dia 4, o nosso Super-EngajaVIX, deu um pontapé no quesito formar a juventude Capixaba. Formou 56 jovens entre 14 e 18
anos! A desconstrução do machismo foi o foco. Iniciaram com uma dinâmica super incrível falando sobre privilégios, a partir disso começou a introduzir a Formação.
O que a Midori diz sobre tudo isso:
“Foi um tanto intimidador falar com adolescentes, porque é uma fase de autoafirmação, muitos medos, muitas transformações. Mas foi uma experiência ótima: ver o olhar de identificação de alguns deles foi a melhor recompensa! E, pelo que as professoras relatam, as meninas se empoderaram e já falam abertamente sobre feminismo na escola. Os meninos ainda não manifestaram muita mudança, mas o primeiro passo já foi dado: eles ouviram o lado das mulheres. Quem sabe um dia essa sementinha vira empatia ?.” (MIDS, 2015)
Já, ontem, em terras nordestinas um EngajaMUNDER (cantando Christina Aguilera) resolveu dar a primeira formação em Caruaru! Sim, em Caruaru meeeesmo! Foi uma parceria do Cidadania Global, da faculdade ASCES, através da plataforma do Laboratório de Práticas em Relações Internacionais da instituição.
“Foi desenvolvido um bom debate onde, um dos momentos de destaque foi quando os participantes da formação conseguiram repensar um pouco sobre o que é a categoria de empoderamento e como ela tem sido instrumentalizada no que tange aos debates internacionais sobre desenvolvimento e afirmação dos direitos das mulheres e meninas como
direitos humanos, observando que deve-se sempre ser pensado de forma crítica quais instrumentos e categorias tem sido utilizados para ‘medir’ empoderamento, afinal ‘Empoderamento por quem e para quem?’” (AGUILERA, 2015)
O que dizer dessas formações que mal conheço e já considero pacas?! Apenas comemorar! Relaxem que ainda vem mais por aí, essas foram as primeiras!
XOXO

direitos humanos, observando que deve-se sempre ser pensado de forma crítica quais instrumentos e categorias tem sido utilizados para ‘medir’ empoderamento, afinal ‘Empoderamento por quem e para quem?’” (AGUILERA, 2015)